Estudo de caso
Como uma oficina de duas pessoas devolveu o proprietário ao trabalho.
A informação dos trabalhos vivia em ferramentas desligadas entre si, e o excesso tirava o proprietário do envelopamento. Este é o sistema que construímos, o que ele não pode fazer sozinho, e o que o proprietário diz ter recuperado.
A oficina
Duas pessoas, e mais papelada do que conseguiam carregar
A Arizona Auto Wraps é uma oficina de envelopamento de veículos em Scottsdale, no Arizona. O proprietário faz o trabalho de envelopamento; outra pessoa gere a administração à volta — pedidos, agenda, faturas, encomendas de material. O volume tinha ultrapassado o que uma pessoa conseguia carregar, e o excesso caía sobre o proprietário.
A confusão
Três ferramentas, nenhuma vista única
A informação dos trabalhos estava espalhada por três ferramentas desligadas entre si, cada passagem entre elas era feita à mão, e nada mostrava o estado de um trabalho num só lugar. Responder significava parar outra coisa. Não responder significava arriscar o trabalho.
- Microsoft 365 — correio e calendário
- Google Workspace — documentos e folhas de cálculo
- O formulário de pedidos do site
O que construímos
Um único sistema de registo, com uma pessoa no comando
Cada trabalho vive agora num só sistema, como um único registo, chegasse por onde chegasse. O sistema carrega a rotina sozinho, chama a IA apenas onde é preciso critério, e nada do que produz chega a um cliente por conta própria.
Automação simples para a rotina
Os passos que são iguais de cada vez — arquivar, acompanhar, sequenciar — correm como automação comum. Onde a IA não é precisa, não entra.
IA para exatamente três tarefas
Classificar os pedidos recebidos por tipo de trabalho, redigir rascunhos de resposta e encontrar respostas no registo dos trabalhos. Cada resposta nasce como rascunho; ninguém parte de uma página em branco.
Nada que um cliente veja sai sem revisão
As respostas a clientes, as faturas e as encomendas de material param todas em quem trata da administração.
Quando não tem a certeza, passa a mão
O sistema tenta primeiro o modelo mais económico autorizado para a tarefa e sobe de nível quando a confiança é baixa. Se nenhum modelo passa a fasquia, o pedido vai para uma pessoa. Declina em vez de adivinhar.
Um modelo tem de merecer o lugar
Um modelo só é autorizado numa tarefa depois de passar um conjunto de testes construído com o trabalho passado da própria oficina. Quando falha, é retirado dessa tarefa e a falha torna-se um teste novo. Aprovamos cada alteração antes de entrar em produção.
A entrega
É deles
O projeto terminou nas condições que escrevemos em todos os nossos projetos:
- O código, as contas e a documentação foram entregues.
- Quem o usa no dia a dia recebeu formação, no sistema em produção.
- O suporte depois é opcional. Esta oficina escolheu um acordo de suporte contínuo; o sistema funciona sem ele.
- Quando uma nova geração de modelos saiu depois do lançamento, foi testada com o trabalho passado da própria oficina e adotada sem mexer no sistema. O modelo anterior fica como reserva.
O resultado
Cerca de vinte horas por semana recuperadas
O proprietário relata cerca de vinte horas por semana devolvidas ao trabalho de envelopamento — tempo que antes ia para ler, ordenar e perseguir pedidos. A oficina continua a usar o sistema.
A proposta
O seu negócio funciona assim?
Se os pedidos caem sobre uma só pessoa, a primeira chamada é sobre o seu negócio, não sobre software. Não custa nada, e decide depois.
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